Domingo, 12 de Março de 2006

Rei do nada...

Sou rei do nada,

Desse reino sem trunfo para defender,

Sem nada a perder,

Sou rei,

Dessa linear margem que separa a loucura,

Que nos ilude na aventura,

De lutar pelo que é nosso,

Nem sei se posso,

Transmitir tal pensamento,

Que sou rei em firmamento,

E que aqui, no nada, tudo é meu,

Desde a terra, até ao céu,

Tudo é criação de uma mente cansada,

De expor a sua espada,

De defender a sua amada,

Neste reino onde abunda…o nada,

E é na bola de cristal,

Que observo na minha capital,

Que escolho as palavras certas para estas alturas,

São para ti que ainda me aturas,

Nesta insanidade simbólica,

Desta minha cidade bucólica,

Onde abunda o nada,

O que tenho para te dar,

Palavras em abundância,

Boa disposição em circunstancia,

Contos de fadas, heróis empenhando sua espada,

E a minha cidade é tua, esse espaço onde abunda o nada…


publicado por JF às 16:50
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