Terça-feira, 7 de Novembro de 2006

não te vejo perder a luz...

Outra vez,
E depois,
Tudo o que fica é apenas pó,
Podia chover para sempre,
Esperar para sempre,
Ver para sempre,
A agua escorrer na minha janela,
Tudo hoje é a preto e branco,
Talvez falte um pouco de cor,
Toda a historia está pouco clara,
Talvez lhe falte sabor,
O toque do teu abraço,
Talvez seja por isso,
A sua falta, eu não adormeço,
Por momentos não te esqueço,
E no teu olhar vejo brotar a magia,
Como a luz que se dá a uma cria,
E o primeiro beijo é mero adereço,
Não esqueço, o quanto sou feliz contigo,
Mesmo entrando no carrossel das palavras,
Vamos ver se não encravas,
Maquina perpetuada de chagas,
Tu que nunca te apagas,
Não te vejo perder a luz.
publicado por JF às 12:53
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Domingo, 5 de Novembro de 2006

és tudo para mim...

Ainda penso em ti,
E todos os que me rodeiam sabem isso,
Encontro nos seus olhos,
Imagens da nossa historia,
Vejo nos seus segredos,
Recordações dos nossos momentos,
Todos sabem que te quero,
Mas parece que tu não queres mais ver,
Dia após dia, continuo a te perder,
O tento, o lamento,
O que tinha de mais puro, o sentimento,
Era tão fácil adorar-te,
Olhar-te,
Tocar-te, deliciar-me por beijar-te,
Era tão fácil,
Por isso vou caminhando por entre estes vultos,
Vendo o que já devia ter visto,
Ainda penso em ti,
Vou caminhando no meio deste suplicio,
Sentindo o que já te devia ter dito,
És tudo para mim…
publicado por JF às 13:54
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2006

uma saida...

Segredos desvendam-se com a noite, talvez porque a saudade já se faz sentir,
Todos os enredos hoje parecem não fazer sentido, quero-te não te vou mentir,
Saboreiam as palavras, aqueles que sabem o seu significado,
Deito-me numa cama vazia, mas eu sabia, tu podias ter ali estado,
Podia ter resultado, este jogo de sedução de malfeitores,
Hoje a chama da lugar a dissabores, e rogo pragas às dores,
Que me vão explodindo com a cabeça, sem pressa,
Desligo-me do meu mundo e tomo atenção à conversa,
Como são hipócritas as pessoas, a forma como dizem coisas,
Do silencio tiro brisas, espero que as oiças,
Tudo hoje é inferno amor, tudo sem ti não funciona da forma correcta,
Esbato teorias, para entender a forma mais perpétua,
Segredos que te conto, passam a ser só nossos,
Como as memórias de pedras aladas, afundando-se nos seus poços,
No chão, tiro os caminhos que outrora percorri, sozinho,
Hoje podemos ter um só nosso, criar o nosso caminho,
Gosto de ti, no meio da taciturnidade espanto-me ainda,
Por ter visto crescer tão alto o que chamei de coisa pequenina,
Interrogam-se os chegados, por parecer tão diferente,
Já fui pecador, já fui jogador, tantas vezes cínico, hoje apenas crente,
Por ti, por saber que ainda aí estas de manha,
Talvez me sinta especial, faço de ti talismã,
E desenho coisas no papel, julgam-me louco,
Mas loucos são os que se perdem pouco a pouco,
Sem ter a oportunidade de sentir o que hoje sinto,
A formula tira-me da sombra, e coloca-me num labirinto,
Tantas vezes esquecida a ilusão da paixão, tantas vezes perdida,
Por mim tudo bem, vamos tentar encontrar, juntos…a saída.
publicado por JF às 18:11
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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

guardado para o fim...

Assim, diziam-me a mim,
Que o melhor, está sempre guardado para o fim,
É como o cheiro de jasmim,
Que saboreias para a eternidade,
Aprende com a idade,
O melhor não é a manha, nem a tarde,
E de noite, tudo fica malicioso,
Vou tentar ser misericordioso,
E roubar-te um último beijo, posso?
O fim, na despedida mais saudosa,
Hoje passo por alma caridosa,
E deixo tudo para depois, uma rosa?
Ou preferes outra flor qualquer,
Talvez sejas tu hoje a mulher,
Que me fará arrancar pétalas, bem-me-quer,
Deixo fugir no fim da frase,
Talvez a agonia me passe,
Quem dera que estancasse
A saudade que hoje sinto por ti,
O que és para mim?
Uma historia só de aventuras, sem fim,
Os pedaços de vidro no chão, secretos,
Espelham a força do acto concreto,
Nunca estive tão confuso, real, irreal, incerto,
Como tudo na vida, vai ser sempre assim,
Sem saber o que és ou não para mim,
Apenas uma certeza…
O melhor está sempre guardado para o fim.
publicado por JF às 13:26
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