Sexta-feira, 11 de Agosto de 2006

sentidos parte III

    Está tudo errado, os pássaros já não voam, as pessoas não me olham nos olhos e têm medo de se tocar. Temem as palavras e veneram a distancia. 
    Creio que perdi os poderes, o poder de ver sorrir as pessoas, de as fazer rir, perdi o poder a partir do momento em que deixaram de me ver…de me levar a sério… de me sentir.

publicado por JF às 00:25
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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2006

sentidos parte IV

Viver com medo de lutar nunca foi viver, é ser refém das horas, fugir dos males dos outros como se estes não fossem também os nossos, nunca foi o mais certo, olhar de lado os que têm um mal nas suas veias não é mais do que uma mera ignorância, e como é inculto o meu povo, a idade é o maior peso que podemos trazer ás costas, faz-nos perder…inocência tenho pena desta gente, apressada no seu passo, que tem medo de tudo, e acaba por não viver…nada

publicado por JF às 10:13
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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2006

sentidos...parte V

…a vida é apenas um momento, em que unimos as coisas que vamos guardando, vamos ser sempre dois, eu e tu, vou lembrar-me sempre de ti quando respirar, quando sentir o sol entrar na nossa janela, quando sentir o frio, e a dor, quando sentir que estou vivo… vamos ser sempre dois, eu e tu.
publicado por JF às 21:55
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Terça-feira, 8 de Agosto de 2006

Mensagem subliminar...

Hey boys elas querem igualdade,
Vêm dar a dica que fomos vitimas da ingenuidade,
Que não crescemos tão depressa,
Eu não ligo a essa conversa,
Até porque nem todas são capazes,
De superar os rapazes,
Que as fazem tremer nas bases,
Vou voando nas frases,
E circulando no seu antro,
Gosto de sentir o tal pranto,
Quando nos vêem partir,
“Não precisamos de homem algum”
Gritam há boca cheia,
Talvez gostes de mulheres, não serias a primeira,
Tudo bem, somos livres certamente,
Mas para escolher é preciso inteligência, o que não tens nessa mente,
Tu para mim não tens defeitos,
Mas vou-te ler os deveres e os direitos,
Eu preciso de ti, tu não vives sem mim,
Por isso sem um de nós as coisas não resultam,
A não ser que arranjes pós de perlimpimpim,
Quanto às meninas que se dizem tuas amigas,
Tenho umas coisas para elas,
E olha que nem gosto de intrigas,
Elas e as cobras são farinha do mesmo saco,
Se muitos engolem certas cenas,
Eu babe, dessas não papo,
Não conhecem e falam, ah e tal são todos iguais,
Olhem-se ao espelho meninas, vocês…são especiais?
Um big mac mais um cachorro nas roulotes,
Não admira que algumas pareçam cachalotes,
Não me lixem o caminho, eu não quero ser mau,
Deixem a vossa amiga pensar por ela,
Ou então levam tau tau…

publicado por JF às 17:46
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Domingo, 6 de Agosto de 2006

uma luz ao amanhecer...

A luz,
Protege-te,
Dá-te a força que te falta,
Agarra-te, tem medo que se parta,
O espelho que todos temos,
Onde mostramos o que queremos,
Que os outros vejam,
O espelho que beijam,
E que tentam entender,
Não consegues compreender,
Não dá para esconder,
A luz do amanhecer,
Que te recarrega,
Te embala,
Te leva,
E te trás de novo,
Sempre melhor e mais irrequieto,
Hoje o meu espelho é de arquitecto,
E planeio uma construção diferente,
Algo para o povo que sente,
Que o poder…está na mente,
Façam-se as preces para não esquecer,
Que a força está na luz do amanhecer…

publicado por JF às 19:50
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Sábado, 5 de Agosto de 2006

perde o controlo...

Perde o controlo,
Gira no tempo e no futuro imediato,
Morde os amigos que te agarram,
E que te dizem para parar,
Agarra-os com força,
Trá-los contigo,
No caminho saberão que fizeste a melhor escolha,
Perde o controlo,
Grita, corre,
Vive, morre,
Pede ao sentido que implore,
E ao tempo que se esgote,
Parte os vidros por onde passas,
E grita para quem te olhar nos olhos,
Sorri a quem se assusta,
E volta a correr se não resultar,
Perde o controlo,
Grita, corre,
Vive, morre,
Pede ao sentido que implore,
E ao tempo que se esgote,
Mas sai dessa redoma,
Vive, suporta se for preciso,
Faz da tua dor o teu sorriso,
E mostra-te soberana,
Tira os monstros de debaixo da cama,
E sente o calor que dos seus gestos emana,
Bebe um trago do soro,
Que hoje te deixa extasiado,
As paredes já mudaram de posição,
Agora são trilhos rasgadas, na tua mão,
E então?
Perde o controlo,
Grita, corre,
Vive, morre,
Pede ao sentido que implore,
E ao tempo que se esgote…

publicado por JF às 11:46
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2006

jogos de palavras

Jogos de palavras,
Setas e alvos a posto,
Palavras em prefixo e composto,
O alvo é ver um sorriso,
Fixar-se nesse rosto,
Podes teimar, dizer que não consigo,
Mas eu sou mais teimosos e nunca abdico,
De uma boa luta de frases,
De como és de como fazes,
Ficaremos chateados até fazermos as pazes,
Ao fim ao cabo é para isso que se combate,
Alguém vai dar o braço a torcer, faz parte,
E então melosos ficaremos,
Com palavras carinhosas nos abraçaremos,
Juras faremos,
Eternos seremos,
Voltaremos a ser pequenos,
Ingénuos e serenos,
Acreditando que tudo serve e tem um motivo,
Sou terrivelmente intuitivo,
Vou dizer-te que te quero,
Que sem ti eu desespero,
Gritaria se preciso para o mundo inteiro,
Vou contar-te as minhas historias,
E ver o teu peito sossegar nas minhas memórias…
publicado por JF às 14:30
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006

por te olhar...

É por te olhar que…
Vejo o tempo passar depressa,
A minha mente se dispersa…
E me deixo voar,
Por brisas distantes,
Ausentes de pensamentos,
Levando os momentos,
Que anseio em te ter,
É por te olhar que…
Sei que és o melhor que me aconteceu,
Perde-se uma estrela no céu,
Mas ganho eu por te ter a meu lado,
Estaria eu errado?
Quando te olhei nos olhos,
E vi reflexos do que seriam nossos sonhos,
É por te olhar que…
Sinto que vale a pena,
Libertar a alma triste e serena,
Vivendo para sempre no percalço,
Enredo simples de embaraço,
Dizer que te quero comigo,
És minha luz e meu chão, tu és meu abrigo…
publicado por JF às 12:24
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