Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

mil pedaços...

Vejam parti-me, em mil pedaços,
Nunca pensei ter tanto por onde pegar,
Tantos cacos para apanhar,
Como vidro duro, quebro em estilhaços,
Salvam-se as mãos para os laços,
Das saudações aos abraços vejo-me no chão,
Três segundos de escuridão, de subconsciência e breu,
Quem sou eu, que faço aqui, o que é? É o tal céu?
O acordar é sempre estranho,
Tudo de novo, nada de novo, nada melhorou neste povo,
Apenas a inquietação fica,
A preocupação aflita,
De entre as horas alguém grita, está tudo bem,
Vai ficar tudo bem.

publicado por JF às 15:04
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