Quarta-feira, 18 de Março de 2009

luzes...

Luzes,
De todas as cores, nascem sabores
Desço ruas, agarro flores,
Digo adeus aos meus amores,
Eu só sei viver assim, na correria calma sem fim,
Onde o quente e frio mas nunca morno se tocam.
Luzes,
De todas as formas, morrem no chão,
Quando o sol lhes dá razão,
E se apagam sem querer,
Quero aprender…a ver morrer a noite,
Sem te lembrar, sem te esquecer, sem me perturbar em fim,
Nesse quente e frio mas nunca morno impregnado em mim.
Luzes,
De todos os mitos, embalam teus gritos,
Quando me agarras com força, marca-me, marca-me, marca-me,
Não me basta ser marcado por dentro, eu bem tento…
Nesse quente frio mas nunca morno, que às vezes, tanto lamento.

publicado por JF às 09:25
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